Desafios da Atuação nos casos de Transtorno de Oposição Desafiante (TOD)

Não é incomum na vida de qualquer profissional da Psicologia, se deparar com casos de pais ou escolas que buscam apoio, tentando compreender e lidar com crianças ou adolescentes que apresentam comportamentos inadequados, como desobediência, incapacidade de lidar com ordens e agressividade excessiva, que levam a brigas com familiares, professores e colegas da escola.

Esses jovens considerados difíceis e turbulentos, verdadeiros “encrenqueiros”, na verdade podem estar apresentando sinais de um transtorno psicológico conhecido como Transtorno de Oposição Desafiante (TOD), caracterizado como “um padrão recorrente de comportamento negativista, hostil, desafiador e desobediente em relação a figuras de autoridade que acarreta um prejuízo significativo ao funcionamento social, acadêmico e ocupacional” (Schmitz et al. 2004; Serra- Pinheiro, Guimarães et al. 2005; Giovannini, 2014).

Este transtorno, frequentemente confundido com mera má educação pode ser perigoso ao desenvolvimento, especialmente pelos danos que traz ao desenvolvimento social e escolar da criança ou adolescente, uma vez que este se torna “indesejado”, graças a sua grande dificuldade de lidar com frustrações e regras externas.

Por tudo isso, é vital que o profissional de Psicologia esteja preparado para identificar casos de TOD, de maneira a poder oferecer o melhor procedimento para lidar com a situação e assim, cooperar para devolver este jovem, assim como a todos que se relacionam com ele.

Importante ressaltar que qualquer plano de ação terapêutica depende de avaliação clínica preliminar, que é feita através de “entrevistas, observação e testagem” (Souza, 2020). Claro que para tanto, existe uma série de conhecimentos que o terapeuta precisa dominar, desde aqueles relacionados com o transtorno, como sua fisiopatologia, etiologia e diagnóstico, passando pelos que concernem ao desenvolvimento humano, especialmente infantil e claro aos envolvidos com a avaliação clínicos e os instrumentos utilizados para tal.

Da sinergia deste escopo de conhecimentos e da habilidade de aplicá-los na avaliação do paciente, surge a possibilidade do tratamento adequado, através de uma abordagem focada na criança, organizado em eixos que englobam o cognitivo-comportamental, as habilidades sociais, o treinamento e a terapia familiar e a intervenção multimodal (focada na comunidade e na escola) etc.

Compreende como é complexo e grandioso o universo do Transtorno de Oposição Desafiante? Por isso, procure sempre se manter informado e devidamente preparado para lidar com casos como esse, que embora comuns, exigem conhecimentos e habilidades que nem todo profissional de Psicologia está devidamente pronto para abordar.

 

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